segunda-feira, 19 de maio de 2008

Amizade... com selo!




Fui distinguido pela pin gente com o selo da amizade. Fiquei surpreendido ao sabê-lo. E estou sensibilizado porque se trata de uma boa amiga.

Parece que deveria nomear dez bloguistas. Mas vou 'furar' as regras. E, assim, atribuo o selo da amizade aos bloguistas que por aqui passaram ou venham a passar. A todos!

domingo, 27 de abril de 2008

Tretas de ténis [11]


Não vou aqui falar do Estoril Open. E porquê? Porque já toda a gente sabe que a Maria Kirilenko e o Roger Federer foram os vencedores deste ano. Certo?

Hoje apetece-me contar uma parábola. E que começa como todas as histórias começam. Então, aqui vai.

Era uma vez um restaurante, mais ou menos conhecido pelas suas ementas simples. Aos sábados e domingos, a refeição do dia era a "omeleta de camarão à moda da casa". Tratava-se de um prato muito apreciado pelos clientes habituais.

A meio da manhã daquela sexta-feira, o cozinheiro estava a verificar a qualidade e a frescura dos ingredientes, ovos e camarões, antes de os armazenar na arca frigorífica para utilização no dia seguinte. Às tantas, de repente, chegou à cozinha o dono do restaurante, esbaforido, a berrar:
- Ó chefe, não temos fogões pr'amanhã!
- O quê?...
- É o que lhe estou a dizer! Também eu fiquei assarapantado!
- Mas o que foi que aconteceu?
- Chegou um tipo do tribunal p'ra executar uma penhora feita pelos gajos do leasing.
- Uma penhora?... Porquê?
- Ora, porquê!... Porque há mais de meio ano que não pago as prestações.
- Ó patrão, se é assim, então o melhor que tem a fazer é 'cancelar' o restaurante, não é?
- Nem pense nisso! O que vou fazer já é dizer aos clientes p'ra voltarem daqui a uma semana, porque nessa altura já devo ter solucionado o problema dos fogões.
- Ó patrão, mas...
- Ó chefe, agora não há mas nem meio mas... Vou fazer como lhe disse e...pronto!

E a parábola termina aqui.

À primeira vista, este texto parece que nada tem a ver com ténis. Por isso, a quem assim o entender, sugiro para adapatá-lo a um torneio de ténis em que as funções do juíz-árbitro correspondem ao trabalho do cozinheiro.

E, a quem aqui comentar a história mais imaginativa, terei o gosto de atribuir o prémio mais importante deste blogue: a 'treta' dourada!...

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Que raio de tempo!



Olho pela janela, para o eixo poente/norte, através da objectiva da máquina fotográfica. Mais perto do olhar, do lado direiro, um edifício de dois pisos no início da 'minha' rua, em recuperação há alguns meses. No plano seguinte, árvores que quase tapam o asfalto da VCI, no sentido Arrábida/Freixo, em direcção ao nó das Antas. E logo a seguir, mais ou menos no centro da imagem e meio escondido pelo arvoredo, mais um pedaço de asfalto, a curvar para a direita, a caminho da A3 ou de outros destinos. Lá ao fundo, enquadrados por um poste de iluminação da auto-estrada e por torres de telecomunicações, ainda se conseguem destacar dois edifícios da Faculdade de Engenharia. E, no horizonte, o objectivo principal deste olhar: o céu cinzento, carregado de chuva...

Que raio de tempo!

domingo, 6 de abril de 2008

Tretas de ténis [10]


Estou novamente em Santo André. Cheguei na sexta-feira à noite, com a minha mulher e os dois netos mais crescidos, e dentro de uma hora vou regressar ao Porto.

Desta vez, vim com o objectivo principal de jogar no torneio de ténis, com início ontem e termo hoje, comemorativo dos 25 anos do Clube de Ténis de Santo André. E, claro, para conviver com os meus amigos de cá, todos eles tenistas 'profissionais'.

Aos dirigentes, funcionários e sócios do clube [e eu incluo-me neste último grupo], os meus votos para que estejamos cá todos para comemorar as bodas de ouro do CTSA.

Aqui fica, pois, este 'post' para registar o 25º aniversário do CTSA.



Nota: Foto do pólo oferecido aos jogadores do torneio.

sábado, 29 de março de 2008

Meia-idade?...


Meia-idade!... O que significa isso?

No dicionário que temos cá em casa [Dic. Editora 2003], define-se meia-idade como a idade dos quarenta aos cinquenta anos. Logo, se considerarmos que a meia-idade corresponde a metade da vida, então isso significaria que, em termos médios, as pessoas estariam a viver até aos 80 ou 100 anos.

Ora, isto parece não corresponder à realidade, pois que, de acordo com dados de 2001, em Portugal a esperança de vida à nascença era de 74 anos para os homens e de 79 anos para as mulheres. Parece, pois, que a meia-idade poderia ser definida como a idade entre os trinta e cinco e os quarenta anos.

E, tendo em consideração estes limites, isso significa que o meu 'rapaz' vai entrar este ano na meia-idade. Que lindo! [Eh pá, se ele lê isto, estou 'frito'...].

Mas, com aqueles limites ou com estes, significa que, em qualquer dos casos, já ultrapassei a fase da meia-idade. E isso quer dizer que já faço parte da terceira idade?...




Nota: Imagem obtida na página do Clix.

Não gostei...


...
- Sabe, o problema é que a sua mulher é doida!
...

Aquela palavra atingiu-me com violência, como um soco forte dado em cheio no meu estômago. Não pela palavra em si, mas pelo modo como foi proferida. Não estava a contar com uma palavra atirada daquela forma dura, brutal. Fui apanhado desprevenido, já que a conversa estava a decorrer em tom ameno, normal, idêntico a tantas outras ocasiões. E a meu ver nada justificava aquele tom de voz. E muito menos por quem o proferiu. E até porque o tema da conversa não era a minha mulher. E que, por isso, me magoou... muito!

E, ainda pior, foi o que se seguiu. Por não ter dado azo a ouvir mais fosse o que fosse de quem teve a insensatez de dizer aquilo. Por não ter querido ouvir mais nada, seguiu-se a atitude de quem não hesitou em utilizar a vingança, o revanchismo. De quem não hesitou em manifestar o seu poder maternal de forma incorrecta. De quem não hesitou em se aproveitar dos filhos como 'arma' para ferir. E que, por isso, me magoou... ainda mais!

E não gostei! Não gostei mesmo nada!...

domingo, 23 de março de 2008

Internet


Estou em Vila Nova de Santo André, perto de Sines. Desde quinta-feira passada. Aqui, em casa, não tenho ligação fixa à internet.

E, se isto se passasse há poucas semanas, não estaria a fazer o que estou a fazer agora. Ou então teria de recorrer ao apoio de algum amigo ou de um estabelecimento próprio.

Agora, já posso andar aos 'saltos' pelo país fora que tenho sempre um Kanguru comigo. Sem saltos de canguru. Mas com ligação móvel à internet em banda larga.

Agora, tenho um modem da Kanguru. Não sei se é melhor ou pior que outros serviços móveis de banda larga. Mas sei que estou satisfeito. Sem publicidade.


Tretas de ténis [9]


Há mais de meio ano que não escrevo qualquer treta acerca de ténis. Trata-se de uma rubrica que teve o seu começo em Março do ano passado, com o intuito de publicar um 'post' por semana. Mas, entretanto, resolvi alterar essa 'obrigação'. E isso significa escrever coisas acerca do ténis sem periodicidade, apenas de vez em quando... e quando entender que há algo de interesse.

E, como disse no primeiro 'post' desta rubrica, gosto de ver ténis, e, acima de tudo, gosto de jogar. Mas também gosto de falar de ténis e de me envolver em actividades relacionadas com este desporto.

Desde o início do mês passado, decidi voltar a desempenhar as funções de juíz-árbitro em torneios de ténis [em 2007, por opção própria, estive inactivo dessas tarefas].

E foi durante um torneio em Barcelos, por informação de um jogador do escalão de seniores, que tive conhecimento de mais uma página web, portuguesa, dedicada ao ténis. Com notícias actualizadas diariamente. E que considero uma página muito interessante para os adeptos do ténis. Aqui fica o endereço: http://www.bolamarela.com.

Por agora, este 'post' fica por aqui.

Até à próxima.


sábado, 22 de março de 2008

O outro lado



No próximo sábado, dia 29/03, às 22:00, o Pedro Branco vai actuar no Porto. Vai apresentar um espectáculo de música e poemas.

Não conheço o Pedro Branco. Nem a sua obra. Mas há cerca de um mês e meio fui 'avisado' pela pin gente para este espectáculo.

Já reservei bilhetes e vou lá estar.

E tu, também vais?

terça-feira, 11 de março de 2008

Jornais gratuitos


Nos últimos tempos, a quantidade de jornais gratuitos tem aumentado a olhos vistos.

No início, apareceu o Metro e depois veio o Destak. E cada um destes jornais anunciam tiragens diárias superiores a setecentos mil exemplares. Mais recentemente, temos o Global, o Sexta e o Meia-Hora. Podemos obtê-los todos nas estações do metro, junto da Loja do Cidadão ou noutros locais de grande circulação de pessoas. Até nos são entregues nas filas de trânsito, perto dos semáforos ou de rotundas concorridas de viaturas.

Eu sou adepto destes jornais. Por outro lado, também leio algumas edições on-line de jornais diários e semanários. E, por isso, raramente compro um jornal. Se a maior parte das pessoas fizer como eu, qual será o futuro dos jornais pagos?