Domingo, Agosto 02, 2009

De regresso ao sítio!


Duas datas do calendário deste ano [não escolhidas ao acaso]: 09/05 e 02/08.

Duas datas que, reportadas a este sítio, apenas significam isto: o dia em que foi publicado o último post e o dia de hoje [de notar que, após a publicação deste post, aquele passará a ser o penúltimo e o de agora o último - isto enquanto não houver mais posts].

Duas datas que, entre si, estão distanciadas por 85 dias. Ou por 2.040 horas. Ou então por 122.400 minutos. Ou ainda por 7.344.000 segundos [... e fico-me por aqui, porque não tenho espaço para apresentar este período de tempo transposto para nanosegundos, pilosegundos ou cagagesimosegundos].

Ou seja: foram mais de sete milhões de segundos de "silêncio" neste blogue. Já chega! Toca a fazer "barulho"! É tempo de "refrescar" este sítio!



Sábado, Maio 09, 2009

E que sonhos eram esses?



Olhos nos olhos, sorrisos imensos, abraços puros e ternos, vontades em aproximação de ritmos, céus extensos para colorir de azul, palavras que o vento não leva, buscas prenhas de curiosidade, redescobertas de ânimos esquecidos no passado longínquo, labirintos de sentimentos belos e doces, mensagens enroladas em ciclos e contra-ciclos, correntes de desejo em crescendo no espaço e no tempo, calendários da vida com formatos diferentes a imporem a marcha dos seus dias.

Sonhos interrompidos. E que sonhos eram esses?


Quarta-feira, Maio 06, 2009

Proibido amar?






Será que o amor não pode "estacionar" por ali?... Ou alguém "encontrou" um beco sem saída para o amor?... Será que querem proibir o amor?...

Não... não acredito!

Terça-feira, Maio 05, 2009

Kind of Magic



Há dias tive o gosto de assistir, no Forum Cultural de Ermesinde, ao espectáculo "Danças do Mundo", realizado pelo grupo Kind of Magic.

Foi em 29 de Abril para comemorar o Dia Internacional da Dança. Que espectáculo lindo! Lindo pelas coreografias das danças, pelas músicas, pela execução de todos os que exibiram a sua técnica e a sua arte no palco.


Segunda-feira, Maio 04, 2009

Assobio à lua...




Ao tempo que não assobiava!...

Já nem me lembro daquele tempo. Tinha por hábito assobiar quando a harmonia das relações, o sossego do dia-a-dia e a paz interior eram quase uma constante em mim. E, aí, começava a assobiar logo pela manhã, no duche, e continuava pelo resto do dia, desde que não incomodasse os outros, até porque eram fracas as minhas qualidades para trautear músicas por assobio.

Mas, hoje, ao lusco-fusco do fim do dia, deu-me vontade de assobiar. Não resisti ao ver o pequeno ponto de luz da lua a pousar no mastro das bandeiras. E, então, assobiei à lua...

Sábado, Maio 02, 2009

Margens






Margens que afastam pessoas, que distanciam terras. E que as águas do rio, uma vezes calmas no seu vagar para chegar à foz, outras mais apressadas para alcançar esse destino, se encarregam de ligar, de estabelecer contactos de aproximação.



- Ó Ramiiiro!

[chamemos-lhe assim, com esta distância de anos não me lembro do nome do homem]

- Ó Ramiiiro! Ó Ramiiiro! continuava aquele chamamento em forma de berraria, das bandas de Esposade para a margem em frente. Era a minha avó Quitéria, com as mãos em concha junto da boca, a chamar pelo barqueiro, que momentos depois respondia numa voz arrastada
- Já vouuu!
e, após uma espera de alguns minutos, lá aparecia uma barcaça enorme,

[enorme e atraente para mim, um catraio de oito anos para quem, habituado à cidade, ali todas as coisas eram novidade]

com a madeira do casco envelhecida pelos anos e gasta pela correnteza, vinda da margem sul, com o Ramiro a manobrar os dois remos e a encostar a terra de estibordo para os viajantes, a minha avó e eu, podermos galgar a altura do costado. E lá íamos com destino à outra margem. O barqueiro, na sua tarefa de levar o barco para o outro lado. Eu, feliz e despreocupado, a ver o barco a deslizar pelas águas calmas, naquela manhã de verão, de sol acolhedor. E a minha avó, a olhar o carrego das passadeiras

[tecidas pela minha bisavó Ana no tear situado no piso térreo da casa de aldeia onde o meu pai nasceu e cresceu]

que levava ali para satisfazer as encomendas de clientes de Crestuma, na margem sul do Rio Douro.






[recordações da minha infância e das férias escolares - férias grandes, como se dizia - gozadas na terra do meu pai: Jancido, Foz do Sousa]

Nota: A foto foi obtida de Caldas de Aregos para a margem norte do Rio Douro e, portanto, não diz respeito à zona a que se reporta o texto. Mas como não tinha outra mais apropriada para servir de "boneco" para este post...

Sexta-feira, Maio 01, 2009

Pedra Filosofal







Como sei que estás aí!
[e é tão bom sabê-lo!]
Como sei que posso contar contigo!
[e é tão bom sabê-lo!]
E como gosto imenso desta canção, dedico-a a ti, que tens um peixe que um dia sonhou voar... e voou!

:)

Sábado, Abril 25, 2009

Aqui a tens!






Sim, esta rosa é para ti. Neste dia, seria mais apropriado oferecer-te um cravo vermelho, mas não encontrei um a jeito. Contudo, esta rosa está impregnada com a mesma intenção, com o mesmo aroma da amizade.

Aqui a tens!





[mas... não sabes que é para ti!]

Sábado, Abril 18, 2009

Antes que te magoes...






Parece que és do tamanho das árvores lá ao fundo. Mas toma cuidado, não te ponhas a pregar aos ventos que te sacodem que já és grande. É que a perspectiva em que te encontras é bastante enganadora. Antes que te magoes, desce à terra!...

Sexta-feira, Abril 17, 2009

E se a moda pega?...



Acabei de ler esta notícia no
Público e pensei, para os meus botões, propor cá em casa um solução idêntica.

Apenas a troco de € 2,00 para se inscrever no concurso [e o valor até é inferior ao indicado aos apoiantes de Bill Clinton], qualquer dos participantes poderá ganhar um dos prémios, entre os quais se salienta a possibilidade do vencedor passar um dia comigo [acho que, depois, vou aldrabar a atribuição dos prémios de modo a que o vencedor final seja uma vencedora... ahahah].

Creio, convicto, e tendo em conta a afluência diária a este blogue, verdadeiramente astronómica, que isto vai resultar. E creio ainda que as receita das inscrições menos as despesas dos prémios menores [como é evidente, eu próprio não tenho preço, sou inegociável... ahahah] dará um superavit estrondoso, o que me permitirá pagar as dívidas [também as tenho, claro!].

E a moda até pode ser que pegue. É que andam por aí tantos créditos mal parados!...