Terça-feira, Agosto 26, 2008

'Catro' anos!


- Hoje fazes anos?
- Faço.
- Quantos anos fazes?
- Catro!

Terça-feira, Agosto 19, 2008

Lamego... ainda!


Mas de Lamego não veio apenas a imagem publicada no post anterior. E a ideia de registar aquela foto num post foi para salientar a comemoração feita em 1993 dos 850 anos do Tratado de Zamora.

Aliás, de Lamego vieram muitas fotos. E difícil mesmo foi a escolha das que podem retratar a cidade onde passeei com agrado. Aqui ficam algumas.














Lamego


Um dos sítios por onde andei nos fins de Maio foi em Lamego. E, após ter chegado à parte alta da cidade, umas das primeiras coisas que me chamou a atenção foi o monumento retratado na foto, onde se pode ler:

850 ANOS
DO TRATADO DE ZAMORA
1143 - 1993

De regresso de Zamora aonde, em Setembro de 1143, assinou o tratado da independência de Portugal, o rei D. Afonso Henriques passou no mesmo mês pela cidade de Lamego e aqui reuniu a sua cúria na Igreja de Almacave.


Sábado, Agosto 16, 2008

Peso da Régua



Quem chega a Peso da Régua pode observar esta imagem junto ao Rio Douro.



Ou esta, debaixo do viaduto rodoviário que serve a auto-estrada.

Douro... lindo!


Quem vai de Mesão Frio para Barqueiros pode passar por um miradouro, junto de uma capela da qual não fixei o nome, e daí observar esta paisagem do Douro.

Mesão Frio


Quase todas as localidades têm uma praça e um pelourinho.

Mesão Frio não foge à regra e tem o seu pelourinho situado na... Praça do Pelourinho, claro!


Quinta-feira, Julho 24, 2008

'Maré negra' em Sines


Na semana passada, ainda no Porto, apercebi-me de uma notícia na televisão que me chamou a atenção. Dizia respeito a uma 'maré negra' na zona de Sines. E, na altura, falava ao telefone um responsável do porto de Sines que informava ter-se tratado de um pequeno incidente no terminal petroleiro. Mas também garantia que tinham sido tomadas as medidas necessárias para evitar a poluição das praias daquela área.

Há três dias, e já instalados em V. N. Santo André desde a tarde de domingo passado, fomos até à praia [eu, a cara-metade, os dois netos mais velhos e o pai deles]. E optámos pela praia que mais vezes utilizámos na costa alentejana. Trata-se de uma pequena praia situada mesmo em frente ao restaurante do Luís, a sul de São Torpes e imediatamente antes da praia de Morgavel. E não é que, passados alguns minutos de andarmos à borda do mar, na quebra das ondas, começámos a topar as plantas dos nossos pés com... manchas de alcatrão! E, depois, à saída da praia, foram os chinelos ou as sandálias que também ficaram 'lindos' com as nódoas negras...[porque, como toda a gente sabe, aquelas manchas apenas desaparecem com diluente - a popular 'aguarrás'].

Há cerca vinte anos que venho para estas bandas [e digo 'estas' porque estou a mandar este texto para a blogosfera a partir de V.N. Santo André] e, por isso, conheço diversas praias daqui: Lagoa de Santo André, Carretas [ou Monte Velho], Areias Brancas, Sines, São Torpes, Morgavel, Oliveirinha e outras mais até Porto Covo. E, que me recorde, foi esta a primeira vez que os meus pés ficaram com aspecto de dálmatas...

E, então, que hei-de fazer?... Acho que vou mandar a factura do diluente para a Administração do Porto de Sines, com a indicação do NIB, a fim de ser ressarcido daquela despesa. Ah pois vou!...

Domingo, Julho 20, 2008

Porto de Rei [Douro]


No fim de Maio passado, andei uns dias pela região do Douro vinhateiro, mais concretamente por sítios de Mesão Frio, Peso da Régua e Lamego.

Não fui à procura de vinhos [mas, ao almoço, não deixei de experimentar alguns vinhos da região]. Fui, antes, à descoberta daquela zona do Douro. E, como ponto de partida para as saídas diárias, aproveitei o turismo em espaço rural proporcionado pela Quinta da Boa Passagem, localizada no lugar de Porto de Rei, perto do apeadeiro da CP. Das três casas existentes naquele espaço, fiquei instalado na Casa da Linha, assim designada por estar situada mesmo junto da linha de comboio.

Uma das primeiras imagens que registei, após ter arrumado a bagagem na casa e ter ido até ao ancoradouro pertencente ao espaço, foi o curso do rio Douro ali mesmo ao lado. Até deu vontade de meter os pés na água... E, noutra altura e com outro enquadramento, consegui captar na objectiva um barco de cruzeiro que descia o rio. Foram, por isso, e no seu conjunto, duas das boas impressões que vieram comigo.

Outro registo do sítio que me ficou marcado, desta feita pela negativa, foi o estado de abandono da antiga estação da CP com o nome daquele lugar e que funcionou até há uns anos ao lado do actual apeadeiro. E, nos dias seguintes, acabei por verificar a mesma degradação nas estações de Barqueiros e Caldas de Moledo, em direcção a Peso da Régua. Já tinha conhecimento, através da comunicação social, do abandono que a CP decidiu há tempos em relação a várias estações da linha do Douro, mas uma coisa é ler-se nos jornais, outra coisa mais chocante é ver-se ao vivo e a cores 'negras'...

E, apesar das condições irrregulares de tempo que apanhei, com chuva em certas alturas, céu enublado noutras e umas abertas de sol aqui e ali, gostei do sítio.





Sábado, Julho 19, 2008

A minha 'tropa' [1]



Guiné -> 26 meses [1]



Há cerca de três meses, vi na televisão parte de uma reportagem desenrolada em Guidage, no norte da Guiné, a respeito da identificação, para posterior trasladação, dos restos mortais de soldados que no início dos anos 70, devido a situações dramáticas vividas lá na altura da guerra colonial, tiveram de ser sepultados naquela zona [procedimento ao arrepio do que era normal, ou seja, o envio dos corpos para a metrópole e a sua entrega aos familiares].

Lembrei-me, então, que estive na Guiné durante 26 meses da minha 'tropa', e que dois deles foram passados naquela povoação. Recordei também algumas das peripécias que lá vivi ou presenciei. E recordei ainda a boa sorte que me acompanhou durante todo aquele tempo.

Cheguei a Bissau em princípios de Outubro/68, após uma viagem de uma semana a bordo do "Uíge". Na época, este navio de passageiros estava requisitado para o transporte de tropas destinadas ao Ultramar e, por isso, seguiam a bordo mais de dois mil militares. E, destes, a grande maioria era constituída por soldados rasos que viajaram nos porões em péssimas condições.

O 'meu' grupo viajou em camarotes e era constituído por vinte e poucos furrieis milicianos das "Informações". Fomos todos mobilizados em rendição individual para a Guiné [numa altura em que já estávamos esperançados de não ir para o Ultramar, visto que um mês depois outra 'fornada' de milicianos terminaria a especialidade].

Como aquele navio era de grande calado, teve de ficar ao largo do porto de Bissau. O transporte das tropas para o cais foi feito em barcaças. A meio da tarde, o 'meu' grupo chegou ao cais, todos vestidos com fardas de camuflado, novas a estrear, compradas umas semanas antes no Casão Militar. [E, por causa dessas fardas novas, os militares chegados pela primeira vez à Guiné eram apelidados de 'periquitos'].

Fomos, então, os vinte e tal, distribuídos por viaturas Unimog e GMC [viaturas militares de caixa aberta e banco corrido ao centro] a caminho do Quartel General. A mim e a mais cinco, calhou o transporte numa 'velhinha' GMC. A meio do trajecto, a 'nossa' viatura avariou e... nem para a frente, nem para trás. O soldado que a conduzia apanhou uma boleia e foi ao QG arranjar outro meio de transporte, enquanto nós, os seis 'periquitos', ficámos à espera, sentados no banco central da 'gê-éme-cê'.

Entretanto, o tempo ia passando e... nada! O transporte alternativo tardava. E o tempo continuava a passar. Eram mais ou menos seis da tarde e... de repente, anoiteceu! E nós, os 'periquitos', acabados de chegar a Bissau, sentados na GMC, às escuras numa estrada sem luz, estávamos ali todos 'cagadinhos' de medo. Olhávamos em redor e apenas conseguíamos vislumbrar vultos a passar a pé ao lado da viatura. Seriam 'turras'?...[designação dada aos combatentes das forças de libertação que o regime salazarista chamavava de terroristas].

Após duas horas e tal de espera, finalmente chegou o condutor com outra viatura. E, já noite feita, lá nos conduziu ao QG.

Mas, daqueles 'caguefes' e de algumas cuecas borradas, já ninguém nos livrou!


Nota: De vez em quando, hão-de aparecer aqui textos subordinados ao tema da minha 'tropa'.

Quarta-feira, Julho 16, 2008

Nasceu hoje!


Eram 20:15 quando chegou a Maria Gabriela. Do seu registo consta que chegou bem e que veio com 2,5 kgs e 47 cm. E é muito bonita!

É a segunda filha da Susana e do Zé Maria. E é a maninha da Maria Francisca.

Aos pais, os meus parabéns!


Nota:
- A Maria Gabriela, a Maria Francisca, o Tiago e a Sara são, por ordem crescente de idades, os meus netos.

Domingo, Julho 13, 2008

Tretas de ténis [12]


Consegui! E, para mim, foi a primeira vez!

Finalmente, consegui ganhar um torneio incluído no calendário da Federação Portuguesa de Ténis. Tratou-se da edição deste ano do Torneio 'Os Marnotos', organizado pelo Clube de Ténis de Aveiro e integrado no Circuito Solverde, que decorreu de 11 a 13 de Julho.

A vitória foi alcançada na modalidade de singulares, no escalão +55 anos, tendo jogado hoje a final com um tenista do C.T. Vila Real de Santo António.

E, para registo, aqui fica a foto do troféu de vencedor.


Sábado, Julho 12, 2008

Olá!



Olá a todos!

Já lá vão quase dois meses e isto por aqui tem andado pelas ruas da amargura. Ou seja, a produção de escrita do bloguista cá do sítio atingiu o limite crítico do zero, tal qual as águas das albufeiras em tempo de grande seca. E se não tivessem sido os meus amigos da blogosfera a dar alguma animação a este blogue com os seus comentários durante as últimas semanas, creio que este espaço estaria já assaltado pelos 'okupas', como faziam e ainda fazem com as casas abandonadas.

Isto são 'pases podidas' [... que forma estranha de pronunciar os 'efes'!] de preguicite aguda que chegam, instalam-se 'à grande e à francesa' e depois... vão-se embora. E, pelos vistos, o ataque mais recente desta 'doencite' está mesmo no fim. E, valha a verdade, já não era sem tempo!

Tenho andado por aí. A viver a vida da maneira possível em tempos de crise. A entreter-me com os netos. A encontrar-me com amigos. A jogar ténis, quando arranjo parceiros ou nos torneios em que me increvo. A viajar, com suporte no turismo de habitação, à descoberta de sítios do Douro e da Beira, e acerca dos quais falarei aqui nos próximos dias. Tenho, por isso, andado por aí...

Segunda-feira, Maio 19, 2008

Amizade... com selo!




Fui distinguido pela pin gente com o selo da amizade. Fiquei surpreendido ao sabê-lo. E estou sensibilizado porque se trata de uma boa amiga.

Parece que deveria nomear dez bloguistas. Mas vou 'furar' as regras. E, assim, atribuo o selo da amizade aos bloguistas que por aqui passaram ou venham a passar. A todos!

Domingo, Abril 27, 2008

Tretas de ténis [11]


Não vou aqui falar do Estoril Open. E porquê? Porque já toda a gente sabe que a Maria Kirilenko e o Roger Federer foram os vencedores deste ano. Certo?

Hoje apetece-me contar uma parábola. E que começa como todas as histórias começam. Então, aqui vai.

Era uma vez um restaurante, mais ou menos conhecido pelas suas ementas simples. Aos sábados e domingos, a refeição do dia era a "omeleta de camarão à moda da casa". Tratava-se de um prato muito apreciado pelos clientes habituais.

A meio da manhã daquela sexta-feira, o cozinheiro estava a verificar a qualidade e a frescura dos ingredientes, ovos e camarões, antes de os armazenar na arca frigorífica para utilização no dia seguinte. Às tantas, de repente, chegou à cozinha o dono do restaurante, esbaforido, a berrar:
- Ó chefe, não temos fogões pr'amanhã!
- O quê?...
- É o que lhe estou a dizer! Também eu fiquei assarapantado!
- Mas o que foi que aconteceu?
- Chegou um tipo do tribunal p'ra executar uma penhora feita pelos gajos do leasing.
- Uma penhora?... Porquê?
- Ora, porquê!... Porque há mais de meio ano que não pago as prestações.
- Ó patrão, se é assim, então o melhor que tem a fazer é 'cancelar' o restaurante, não é?
- Nem pense nisso! O que vou fazer já é dizer aos clientes p'ra voltarem daqui a uma semana, porque nessa altura já devo ter solucionado o problema dos fogões.
- Ó patrão, mas...
- Ó chefe, agora não há mas nem meio mas... Vou fazer como lhe disse e...pronto!

E a parábola termina aqui.

À primeira vista, este texto parece que nada tem a ver com ténis. Por isso, a quem assim o entender, sugiro para adapatá-lo a um torneio de ténis em que as funções do juíz-árbitro correspondem ao trabalho do cozinheiro.

E, a quem aqui comentar a história mais imaginativa, terei o gosto de atribuir o prémio mais importante deste blogue: a 'treta' dourada!...

Quarta-feira, Abril 09, 2008

Que raio de tempo!



Olho pela janela, para o eixo poente/norte, através da objectiva da máquina fotográfica. Mais perto do olhar, do lado direiro, um edifício de dois pisos no início da 'minha' rua, em recuperação há alguns meses. No plano seguinte, árvores que quase tapam o asfalto da VCI, no sentido Arrábida/Freixo, em direcção ao nó das Antas. E logo a seguir, mais ou menos no centro da imagem e meio escondido pelo arvoredo, mais um pedaço de asfalto, a curvar para a direita, a caminho da A3 ou de outros destinos. Lá ao fundo, enquadrados por um poste de iluminação da auto-estrada e por torres de telecomunicações, ainda se conseguem destacar dois edifícios da Faculdade de Engenharia. E, no horizonte, o objectivo principal deste olhar: o céu cinzento, carregado de chuva...

Que raio de tempo!

Domingo, Abril 06, 2008

Tretas de ténis [10]


Estou novamente em Santo André. Cheguei na sexta-feira à noite, com a minha mulher e os dois netos mais crescidos, e dentro de uma hora vou regressar ao Porto.

Desta vez, vim com o objectivo principal de jogar no torneio de ténis, com início ontem e termo hoje, comemorativo dos 25 anos do Clube de Ténis de Santo André. E, claro, para conviver com os meus amigos de cá, todos eles tenistas 'profissionais'.

Aos dirigentes, funcionários e sócios do clube [e eu incluo-me neste último grupo], os meus votos para que estejamos cá todos para comemorar as bodas de ouro do CTSA.

Aqui fica, pois, este 'post' para registar o 25º aniversário do CTSA.



Nota: Foto do pólo oferecido aos jogadores do torneio.

Sábado, Março 29, 2008

Meia-idade?...


Meia-idade!... O que significa isso?

No dicionário que temos cá em casa [Dic. Editora 2003], define-se meia-idade como a idade dos quarenta aos cinquenta anos. Logo, se considerarmos que a meia-idade corresponde a metade da vida, então isso significaria que, em termos médios, as pessoas estariam a viver até aos 80 ou 100 anos.

Ora, isto parece não corresponder à realidade, pois que, de acordo com dados de 2001, em Portugal a esperança de vida à nascença era de 74 anos para os homens e de 79 anos para as mulheres. Parece, pois, que a meia-idade poderia ser definida como a idade entre os trinta e cinco e os quarenta anos.

E, tendo em consideração estes limites, isso significa que o meu 'rapaz' vai entrar este ano na meia-idade. Que lindo! [Eh pá, se ele lê isto, estou 'frito'...].

Mas, com aqueles limites ou com estes, significa que, em qualquer dos casos, já ultrapassei a fase da meia-idade. E isso quer dizer que já faço parte da terceira idade?...




Nota: Imagem obtida na página do Clix.

Não gostei...


...
- Sabe, o problema é que a sua mulher é doida!
...

Aquela palavra atingiu-me com violência, como um soco forte dado em cheio no meu estômago. Não pela palavra em si, mas pelo modo como foi proferida. Não estava a contar com uma palavra atirada daquela forma dura, brutal. Fui apanhado desprevenido, já que a conversa estava a decorrer em tom ameno, normal, idêntico a tantas outras ocasiões. E a meu ver nada justificava aquele tom de voz. E muito menos por quem o proferiu. E até porque o tema da conversa não era a minha mulher. E que, por isso, me magoou... muito!

E, ainda pior, foi o que se seguiu. Por não ter dado azo a ouvir mais fosse o que fosse de quem teve a insensatez de dizer aquilo. Por não ter querido ouvir mais nada, seguiu-se a atitude de quem não hesitou em utilizar a vingança, o revanchismo. De quem não hesitou em manifestar o seu poder maternal de forma incorrecta. De quem não hesitou em se aproveitar dos filhos como 'arma' para ferir. E que, por isso, me magoou... ainda mais!

E não gostei! Não gostei mesmo nada!...

Domingo, Março 23, 2008

Internet


Estou em Vila Nova de Santo André, perto de Sines. Desde quinta-feira passada. Aqui, em casa, não tenho ligação fixa à internet.

E, se isto se passasse há poucas semanas, não estaria a fazer o que estou a fazer agora. Ou então teria de recorrer ao apoio de algum amigo ou de um estabelecimento próprio.

Agora, já posso andar aos 'saltos' pelo país fora que tenho sempre um Kanguru comigo. Sem saltos de canguru. Mas com ligação móvel à internet em banda larga.

Agora, tenho um modem da Kanguru. Não sei se é melhor ou pior que outros serviços móveis de banda larga. Mas sei que estou satisfeito. Sem publicidade.


Tretas de ténis [9]


Há mais de meio ano que não escrevo qualquer treta acerca de ténis. Trata-se de uma rubrica que teve o seu começo em Março do ano passado, com o intuito de publicar um 'post' por semana. Mas, entretanto, resolvi alterar essa 'obrigação'. E isso significa escrever coisas acerca do ténis sem periodicidade, apenas de vez em quando... e quando entender que há algo de interesse.

E, como disse no primeiro 'post' desta rubrica, gosto de ver ténis, e, acima de tudo, gosto de jogar. Mas também gosto de falar de ténis e de me envolver em actividades relacionadas com este desporto.

Desde o início do mês passado, decidi voltar a desempenhar as funções de juíz-árbitro em torneios de ténis [em 2007, por opção própria, estive inactivo dessas tarefas].

E foi durante um torneio em Barcelos, por informação de um jogador do escalão de seniores, que tive conhecimento de mais uma página web, portuguesa, dedicada ao ténis. Com notícias actualizadas diariamente. E que considero uma página muito interessante para os adeptos do ténis. Aqui fica o endereço: http://www.bolamarela.com.

Por agora, este 'post' fica por aqui.

Até à próxima.