domingo, 12 de abril de 2009

A tua marca é...



Não sei onde li que os pintores acabam sempre por se repetir. Repetem-se nos traços, na busca de cores e de tons, nos modos das abordagens, embora os temas possam ser diferentes de uma obra para outra. É que, dizem os entendidos, a marca do pintor está sempre lá, sente-se na expressão da pincelada, nota-se em cada quadro. Será ssim?...

É possível que seja como eles dizem. Não possuo bases nem conhecimentos específicos [e, às tantas, alguns dos entendidos também não...] para acompanhar ou afastar-me daquelas posições.

Mas... o que sei, sei-o! E sei que a tua marca, a que deixaste em mim, é única e não se pode apagar. Nem tão pouco a confundo com outras que foram sinalizadas em mim ao longo dos anos. Neste tema, sei que sou entendido. E, com toda a certeza, não há outro que a reconheça, a veja ou a sinta. Apenas eu!...

4 comentários:

Menina do Rio disse...

Existem marcas que são feitas a ferro quente. Essas se eternizam...
Bom, deixo aqui minha marquinha!

beijinhos de boa semana!

nandokas disse...

Olá Menina do Rio,
A tua marquinha fica aqui bem aconchegada. Obrigado!
Beijos.

aalves disse...

Sim, as marcas são cunhos. Pessoais então, são espirituais. Que a tua marca não seja de água, nem de memória antiga, mas digital, sensorial e dual! (acho que hoje te vi lá no yoga... pra próxima juro que me apresento! ;) foiii...timidez ) beijinhos

nandokas disse...

Olá Ana,
A minha marca?... Não, de água não é. Sabes, embora seja influenciada por memórias antigas, é com certeza mais prospectiva, tendo sempre em conta os acertos e os desacertos do presente.
E, sabes, é bom saber-te por aqui!
[Acerca do yôga, vou depois ao teu mira céus falar contigo, ok?
Beijinhos