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sábado, 4 de dezembro de 2010

E já lá vão 4 anos!


E já lá vão 4 anos! Foi neste mesmo dia, do ano de 2006, que este sítio foi lançado à blogosfera.

Mas 2010 foi para este blogue mais um ano de crise, que já se vinha a notar durante o ano anterior. E se não fossem tomadas medidas drásticas no que respeita a textos publicados, o ano em curso seria um dos piores desde que o blogue foi criado.

Houve pressões externas para recorrer aos apoios do FMI [Fundo Manuscrito Internacional] e do BCE [Banco Central de Escrita], a fim de se cobrir o déficit em que o blogue estava cada vez mais mergulhado desde o primeiro quadrimestre.

Todavia, consegui aguentar o "tretas e... outras" sem recurso a apoios externos. O mês de Novembro passado foi o ponto de partida para a recuperação. A ver vamos se vai continuar neste sentido.

E a todos vós, visitantes, que trazeis a vossa simpatia até este espaço, o meu imenso: obrigado!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

3 anos!


Faz hoje três anos que este blogue apareceu. E apesar da pouca publicação de textos durante este terceiro ano, principalmente nestes últimos meses, fica aqui manifestada a minha vontade de continuá-lo por mais um ano, pelo menos.

A todos vós, bloguistas, que trazeis a vossa simpatia até este espaço, o meu imenso obrigado!



Fernando Oliveira

domingo, 2 de agosto de 2009

De regresso ao sítio!


Duas datas do calendário deste ano [não escolhidas ao acaso]: 09/05 e 02/08.

Duas datas que, reportadas a este sítio, apenas significam isto: o dia em que foi publicado o último post e o dia de hoje [de notar que, após a publicação deste post, aquele passará a ser o penúltimo e o de agora o último - isto enquanto não houver mais posts].

Duas datas que, entre si, estão distanciadas por 85 dias. Ou por 2.040 horas. Ou então por 122.400 minutos. Ou ainda por 7.344.000 segundos [... e fico-me por aqui, porque não tenho espaço para apresentar este período de tempo transposto para nanosegundos, pilosegundos ou cagagesimosegundos].

Ou seja: foram mais de sete milhões de segundos de "silêncio" neste blogue. Já chega! Toca a fazer "barulho"! É tempo de "refrescar" este sítio!



sábado, 11 de abril de 2009

E as emoções fizeram o resto...


Ontem à noite meti-me a caminho pela autoestrada da blogosfera e só parei em Aveiro. Rumei de imediato à única padaria que utiliza a verdadeira farinha amparo. Estava por lá a padeira de serviço, a Didas. Fui encontrá-la ainda na ressaca de um ataque de nostalgia sofrido no dia anterior. E ainda bem, digo eu.

E digo ainda bem porque, desse modo, tive a oportunidade de saborear quatro mimos que lá estavam [e ainda estão] à disposição de quem por lá passa e de borla. A saber, pela ordem que nos aparecem:
-> O que faz falta, do Zeca Afonso
-> Eu vim de longe, do José Mário Branco
-> Gaivota, da Ermelinda Duarte
-> Quatro quadras soltas, do Sérgio Godinho


São quatro canções que conheço há muitos anos, mas que me dizem muito. E que, ao ouvi-las, fizeram-me sentir bem, mexeram com a apatia em que me enredei nestes últimos dias. De auscultadores e olhos fechados, aquelas músicas e aquelas palavras inebriaram-me, tiveram o condão de me fazer recuar trinta e cinco anos. E, então, as emoções e as recordações daqueles tempos soltaram-se, vieram por ali fora, deram-se as mãos, tomaram conta de mim, rodopiaram em mim. Mas, com tudo isto à solta, os seus efeitos não demoraram muito. Era a companhia suave da descarga emocional, as comportas dos olhos abriram-se de par em par e as lágrimas caíram-me pela cara abaixo... Lágrimas ou recordações? Não sei dizer, não as distingui bem, às tantas eram lágrimas e recordações a desabarem juntas por ali abaixo... Mas, no fim, estava feliz, de bem comigo próprio e, creio, de bem com os outros...

Deixei um comentário no post da
Didas, mas não me referi aos efeitos da descarga de emoções. Não foi por vergonha ou para não me considerarem um lamechas. Não, não foi por isso. Foi apenas porque aqui, no meu sítio, sinto-me mais à vontade em desabafar, em expressar o que sinto, o que me faz feliz ou o que me torna triste.

Para ti, mais uma vez: obrigado, Didas!

E nos dias que correm, talvez sempre, é necessário lembrar que, como diz o Zeca Afonso, "o que faz falta é acordar a malta..."

domingo, 5 de abril de 2009

Mudanças... talvez!


A propósito dos dois textos relativos ao desafio ali em baixo [e de outros que coloquei desde o início do blogue], acho que necessito de ser comedido nas palavras. É que, reconheço, muitos deles são extensos. Com tretas a mais. Que levam tempo em demasia a serem lidos. Tempo precioso para quem se enredou no corre-corre do dia-a-dia. E que talvez sejam maçadores para quem aqui chega.

Deixo-me levar pela inclusão de descrições e de detalhes que aumentam as linhas do texto e que, quase sempre, poderiam ser dispensados. E a sua falta não comprometeria a compreensão do que pretendi transmitir, quer tenham sido factos, ideias ou parvoíces. No fundo, é como se alguém pretendesse ir das Antas à Foz e, para isso, fosse para sul pela Via de Cintura Interna, tivesse atravessado para o lado de Gaia pela Ponte da Arrábida e, depois, voltasse ao Porto pela Ponte D. Luís, tomass e o rumo da Âlfandega e, então, percorresse a marginal até à Foz. O passeio é agradável [desde que não seja feito em horas de ponta], mas nada interessa a quem quer ir apenas das Antas até à Foz.

E, deste modo, talvez hajam mudanças na feitura dos posts futuros. Há, pelo menos, o propósito que sejam mais curtos e directos [mas, por motivos óbvios, este ainda não conta...]. Até porque, assim, talvez me permita atingir o objectivo de, até ao final deste ano, publicar o post com o número 1.000.000 [aos primeiros duzentos já cheguei...].

A ver vamos, tá?

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Há ocasiões assim...


Ontem à noite, quando estava a escrever o post anterior, tinha pensado utilizar cores para duas palavras: azul para verdade e castanho para mentira.

Mas não o consegui. Dei voltas e reviravoltas aos modos de edição e... nada!

Agora, de repente, descobri o que ontem estava errado. Mas foi só agora, quando o post já foi publicado. Isto faz-me lembrar as alturas em que procurámos um objecto do qual perdemos o tino e, passados uns tempos, lá o encontramos... quando já não é necessário.

Por vezes, há ocasiões assim...

Ufa, até que enfim!...


Antes de me lançar no deslindar das verdades e das mentiras colocadas no desafio do post anterior, desejo:
a) referir que a minha opção de efectuar um sorteio [é que fiz mesmo um sorteio com fichas numeradas...], para determinar os desafiados, foi quase um fiasco. Por minha culpa, claro! É que, dos nove sorteados, cinco não tiveram a gentileza de me endereçar uma palavra [em abono da verdade, também não eram obrigados a isso, mas...]. Fica este registo para eu não voltar a cair no mesmo erro.
b) manifestar o meu apreço e o meu muito obrigado às quatro bloguistas que aceitaram o desafio, bem como às restantes que, não tendo sido desafiadas, também deixaram os seus palpites.
c) expressar, a cada uma das bloguistas a que me refiro na alínea anterior, a minha amizade através de um olá, de um sorriso e de um abraço.

Agora, e tendo em conta o tempo decorrido após a publicação do post, pode-se dizer que a verdade pode demorar, mas o certo é que vem [quase] sempre ao de cima. Daí que, sem mais demoras, vou passar a referir-me às verdades e às mentiras daquele desafio.

Então, vamos a isto:
1. A ideia surgiu-me com uma história que tem mais de vinte anos. Uma das sobrinhas, na altura com oito ou nove anos, suspeitava e dizia lá em casa que eu usava capachinho. Até que um dia, não tive outro remédio e deixei-a puxar-me o cabelo com toda a força. E como não lhe apareceu uma careca, então as dúvidas da pequenita dissiparam-se de vez. Até hoje. Daí que esta é mentira, ok?
2. Esta é bastante óbvia [que falta de imaginação a minha!...], pois quase todas as pessoas que conheço gostam de ler livros e de ouvir música clássica. E, como não fujo à regra desses gostos, esta é verdade.
3. Desde os tempos em que, com dez anos, frequentei o ginásio da Soares dos Reis, no Porto, ficou-me sempre o gosto pela prática do exercício físico. E mais tarde, na tropa, uma das actividades que me dava mais gozo era a da ginástica, logo pela manhã. Há cerca de trinta anos comecei a ter aulas de ténis e, desde aí, é uma modalidade que pratico quase diariamente e com imenso prazer. Nos últimos anos, tenho participado em torneios do calendário oficial da F. P. Ténis, como aquele em que vou jogar neste fim de semana na localidade onde vim passar uns dias até à Páscoa. Portanto, esta também é verdade.
4. Não sei explicar porquê. Sei que não tem nada a ver com o facto de ser adepto do fêcêpê. E é certo que também tenho roupa de outras cores [caso contrário, a monotomia cromática do vestuário ainda seria maior...eheheh]. Mas, de facto, a minha tendência é para comprar roupa em tons de azul. Manias... Então, temos mais uma verdade.
5. Esta, creio, é outra das afirmações óbvias para muita gente. Gosto imenso de conduzir veículos [de quatro rodas, claro!]. E a condução pode ser por autoestradas, por estradas municipais ou por estradas que serpenteiam as serras. Desde que seja fora das grandes cidades, óptimo! Mais uma verdade, ok?
6. Os cigarros começaram a acompanhar-me a partir dos quinze anos. Hoje um cigarrito, uns dias depois outro. E voilá, vinte anos mais tarde, estava a fumar dois maços a dois maços e meio por dia. Era um prejuízo para o bolso e, pior de tudo, para a saúde [expectoração, cansaço, tosse]. Até ao dia em que tomei a decisão de deixar de fumar. Nos três meses seguintes foi preciso aguentar bem o leme do barco, pois a falta dos efeitos da nicotina no corpo fazia levantar ondas de ansiedade muito fortes. Depois, gradualmente, as águas do mar encapelado foram-se aquietando, aquietando, aquietando... E, assim, há quase trinta anos que não fumo [e, quando tenho oportunidade, aconselho fumadores, principalmente jovens, a deixarem de o ser]. E considero ainda que foi umas melhores decisões que tomei na minha vida. Portanto, em relação ao facto de não conseguir libertar-me do tabaco, temos aqui outra mentira.
7. A fotografia é um dos meus hobbies preferidos. E comecei relativamente tarde, pois apenas tive a minha primeira máquina aos vinte e cinco anos. Desde há muitos anos que fotografo tudo o que me atrai a atenção: as paisagens a perder de vista, as pontes com os seus arcos, os pôr-de-sol alaranjados no horizonte ou as teias das aranha orvalhadas pela manhã fresca. E nas reuniões de família, nos almoços ou jantares com amigos, nos encontros com os amigos de curso, lá estou eu a fazer o papel de paparazzi de meia tigela. E o que mais gosto é registar os rostos das pessoas, feições despreocupadas ou não, mas desprevenidas, sem pose. E, confesso, os modelos preferidos são os meus netos. Tenho fotos espectaculares dos rostos deles [as fotos são lindas, não pela perícia do fotógrafo, mas devido aos netos, pela sua inocência, pela sua doçura, pela sua naturalidade de crianças]. Portanto, verdade, tá?
8. Ora aqui está uma afirmação que, certamente, fez rir à gargalhada quem me conhece bem. De facto, para mim, os veículos de duas rodas são umas maravilhas da técnica de locomoção... desde que estejam nas mãos e nos pés dos outros. Porquê isto?... Há muitos anos, tinha eu sete ou oito, fui andar de bicicleta para o jardim da Praça Velasquez, no Porto [agora a praça tem outro nome] com alguns miúdos da minha idade. Depois de várias voltas, dei um trambolhão do caraças ou do carago, sei lá! [peço-vos desculpa pelas expressões, mas sou tripeiro], e esfarrapei as calças e os joelhos. E, quando cheguei a casa, lembro-me que a minha mãe, ao ver o meu estado lastimoso, ainda me esfarrapou bem o rabiosque com o que tinha mais à mão. Nunca mais voltei a bicicletar [este termo existe?...]. Mas a minha relutância às duas rodas não ficou por aqui. Alguns anos mais tarde, já eu era um espigadote com 16 ou 17 anos, aproveitei uma boleia de um amigo numa motorizada. E como atrás não havia suporte para os pés [aquela motorizada não foi produzida para tranportar duas pessoas], lá coloquei os pés, um de cada lado, nos suportes metálicos que se fixavam no centro da roda traseira. Mas, por imperícia ou por azar, o meu pé esquerdo resvalou para o interior dos raios da roda. Em segundos, o calcanhar do sapato ficou desfeito e logo depois foi o meu próprio calcanhar a ser raspado até ao osso. Ainda recordo com alguma impressão dorida os três meses que andei entregue aos cuidados de um enfermeiro a curar o calcanhar. Daí que, na minha mente, desde então ficou um registo bem marcante: duas rodas, nunca mais!... E, pronto, é a última mentira do desafio.
9. Gosto imenso de peixe grelhado no carvão e escalado [isto é, aberto ao meio, o que dá azo a menos tempo na grelha e permite que o peixe fique com uma textura mais tenra]. Para mim, o que há a salientar na receita que indiquei é o molho: azeite, alho e coentros. E foi assim que, há alguns anos, uma dourada me foi servida no Restaurante do Luís, em São Torpes [quem vai de Sines para sul, junto da central a carvão da EDP, desvia à direita em São Torpes com rumo a Porto Côvo; encontra logo à direita um restaurante, o Trinca-Espinhas, continua e, umas centenas de metros à frente, do lado esquerdo, lá está o Restaurante do Luís; e quem lá puder ir, garanto-vos que o peixe é sempre bem grelhado - digo-vos já que não ganho nada com a publicidade... eheheh]. E, pronto, esta é a última verdade.

Ufa, até que enfim!...

E quem registou os seus palpites no post anterior, já pode verificar a pontaria, ok?

Agora, vou ali abaixo fazer o escrutínio das vencedoras [dado que não pode haver vencedores, como foi bem observado num dos comentários lá feitos].

Até já!

sábado, 14 de março de 2009

Ufa!...que desafio!


Fui metido em trabalhos! É verdade, fui mesmo! A tia brites do blogue filmes com legendas desafiou-me a deixar aqui umas tretas a meu respeito. Mas com regras, ah pois!

Ora, o desafio consiste em escrever aleatoriamente nove coisas sobre mim, das quais três devem ser mentira. Depois, passar o desafio a outros nove bloguistas e informá-los. Entretanto, das nove coisas que o desafiante falar sobre ele próprio, o desafiado terá de dizer no seu "post" quais as três que acha que são mentira.

Assim, explicadas as regras, temos:

a) na dúvida se a expressão "no seu post" diz respeito ao do desafiante ou ao do desafiado, optei por aquele, por me parecer mais lógico concentrar apenas num "post" todas as "apostas" dos desafiados. E daí que os meus palpites acerca das "aldrabices" da minha desafiante foram dados no seu blogue. E, nesta altura, posso até adiantar que só não acertei numa delas;

b) e quanto ao cumprimento da parte inicial do desafio, ou seja, referir as nove coisas sobre mim, das quais três são "tretas", aqui vai:
1. Devido a uma infecção capilar ocorrida na tropa, uso capachinho desde essa altura.
2. Gosto imenso de ler livros e ouvir música clássica.
3. Sou adepto do exercício físico e praticante de uma modalidade desportiva.
4. Quando compro a minha roupa, mesmo a interior, tenho tendência para escolher a cor azul.
5. Uma das coisas que me dá grande prazer é conduzir um automóvel.
6. Fumo cigarros desdes os 15 anos e agora já não consigo libertar-me deste vício.
7. Adoro fotografar, com especial preferência pelos rostos das pessoas.
8. Nos momentos livres, quem me quiser ver feliz da vida é a andar de bicicleta.
9. Um "prato" de dourada, escalada e grelhada no carvão, com couve e batata cozidas, tudo regado com molho de azeite, alho e coentros, faz-me lamber os beiços.

E agora tenho de indicar os próximos nove "sacrificados" e avisá-los do "azar que lhes calhou em sorte". E digo isto porquê? É que, depois de pensar várias vezes nesta regra, resolvi sortear aqueles nove "ao calhas" dentre os 105 blogues que constam da minha lista completa. A alguns destes blogues, fui lá de passagem duas ou três vezes e não deixei comentários, mas certamente encontrei textos, imagens ou fotos que me levaram a incluí-los na lista de favoritos [onde estão também as tretas próximas e as tretas favoritas que constam da coluna do lado esquerdo do meu blogue]. Explicado o critério da passagem do "testemunho", eis, pela ordem de saída no sorteio, os meus desafiados:
-> a xantipa com a senhora sócrates
-> a menina do rio dos momentos de vida
-> a maria josé quintela vinda do lugar dos outros
-> o bilhas no papel do bilhas, o bom da fita
-> a inês pimentel que reparte as suas migalhas
-> a senhora saída do caldeirão da bruxa
-> o eira-velha que conta as suas memórias...
-> a mariam que se sente no mariasentidos
-> e a mona lisa exposta no fardilha's

Chegado a este ponto, resta-me publicar este "post" e, de seguida, informar os meus desafiados. Para além disto, fica o convite a todos os outros que vierem até aqui para deixarem os palpites acerca das três "tretas". Boa pontaria, tá?

Acabou o "estágio"...


Após uns dias de "estágio", em parte provocado por uma virose que atacou o pessoal cá em casa, aqui estou novamente, fresco como uma folha de alface [ou melhor, ainda um bocado murcho como uma folha velha de couve lombarda... eheheh].

E vou já tratar de terminar o post começado há alguns dias, antes que a minha desafiante me coloque na lista negra e não me deixe assistir aos filmes produzidos pelo seu estúdio.

Até já, ok?

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Blogue maneiro!


Há três semanas, a Gigi do blogue
verde água carimbou-me com aquele selo. Ao que parece, na opinião desta minha amiga virtual, o meu blogue é maneiro...



Tendo em conta a simpatia da Gigi, não quero deixar de aqui registar as regras que eram necessárias para participar, a saber:

1- Exibe a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro”.
2- Publica o link do blogue que te indicou.
3- Indica 10 blogues da tua preferência.
4- Avisa os teus indicados.
5- Publica as regras.
6- Confere se os bloguess indicados repassaram o selo e as regras.
7- Envia a tua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com juntamente com os 10 links dos blogues indicados para vericação. Caso os blogues tenham repassado o selo e as regras correctamente, dentro de alguns dias receberás uma caricatura em P&B.
8- Só vale se todas as regras acima forem seguidas.


Na altura em que me foi atribuído o selo, manifestei logo que, no meu caso, as regras 3 e 7 seriam as mais problemáticas... eheheh. Mas apenas hoje tive disponibilidade para dedicar-me a este tema e, assim, só agora constatei que a ideia começou aqui com o intuito de atribuir caricaturas a quem cumprisse as regras até 31 de Janeiro. Daí que o prazo já está ultrapassado e, pelo que verifiquei, o criativo da ideia anda atrapalhado com a realização de 3.000 caricaturas.

Assim, está fora do prazo para a Gigi ganhar uma caricatura e, por isso, o meu pedido de desculpas pela minha quota-parte de responsabilidade.

Mas como, para mim, ser maneiro é ser porreiro, fixe, cool..., então não está fora do prazo para atribuir aquele selo a quem passar por aqui. Servi-vos do selo à vontade, ok?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Para além do fim


Na semana passada, na Fnac do MarShopping, em Matosinhos, foi feita a apresentação do livro de poesia
Tanto@mar da autoria de Ricardo Silva Reis.

Dos 46 poemas que fazem parte do livro, tomo a liberdade de publicar aqui um dos que mais me agradam.


Para Além


Para além do fim do dia resta a lembrança
A ilusória sensação que as horas correram no seu percurso normal.

Para além do fim das palavras restam os versos
Cantados num desafio em que o vento sopra sempre mais forte.

Para além do fim
Resto eu, acordado, à espera que tudo recomece...




quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Tópicos -> textos

Há cerca de um mês escrevi este post, onde me questionava até quando alguns dos tópicos anotados no livro de bolso seriam mantidos como tal.

Ora bem, a partir de hoje penso publicar aqui alguns textos baseados numa daquelas anotações e que se referem a dois "temas" familiares que me dizem muito. Um deles reporta-se às "minhas" mulheres e o outro aos "meus" homens [nada de interpretações erradas, ok?]. Ou seja, dizem respeito a familiares que tiveram e ainda têm muita importância na minha vida.

E, na sequência daqueles, é possível que outros aparecerão.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Livro de bolso [2]


Aproveitando um dos comentários feitos aqui, consultei a página da moleskine. Acabei por descobrir alguns livros de bolso interessantes e, por isso, anotei os endereços de alguns estabelecimentos onde são vendidos.

Já fui a uma daquelas lojas, uma que fica no Largo de S. Domingos, no Porto [uma que era de alguém chamado Araújo e do sobrinho e que agora é do Araújo e do primo - ó gentes do Porto, sabeis qual é?...].

Como encontrei lá mais ou menos aquilo que andava à procura, tomei nota da referência do livro de bolso, dei as boas tardes ao empregado e saí. Já fora do estabelecimento, liguei de imediato para o telemóvel do Pai Natal [...ainda estou em idade de acreditar no Pai Natal, certo?] e, como estamos perto da quadra natalícia, pedi-lhe um daqueles livrinhos. Como o Pai Natal é um tipo porreiro disse-me logo que "sim, senhor, será entregue muito em breve através da DHL". Dei-lhe, então, o meu endereço com código postal e tudo, agradeci, desejei-lhe Boas Festas e desliguei.

Desde aquele momento estou em pulgas, à espera. Mas até agora... nada! E já estou a ficar com uma neura que... oops, desculpai lá, tocou agora mesmo a campaínha da porta, vou ver quem é, volto já, ok?
...
...
...
Já voltei e... eh pá, não ides acreditar, mas era mesmo da DHL para entregar uma encomenda vinda de muito, muito longe. O certo é o que o Pai Natal cumpriu o que me disse. Em boa verdade até cumpriu demais, é que em vez de um livro de bolso, mandou-me... dois! Não acreditais?... Ai não?... Então, olhai aqui, tá?



[e ainda dizem que o Pai Natal não existe...]

Ó nana, obrigado! [pela dica, claro!]. E o teu pedido ao Pai Natal, já chegou?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

2 anos!


Foi neste mesmo dia, mas em 2006, que apareceu este blogue. Faz hoje dois anos.

Fica aqui manifestada a minha vontade de continuá-lo, pelo menos, por mais um ano.

A todos vós, que trazeis a vossa simpatia até este espaço, o meu imenso obrigado!



Fernando Oliveira

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Livro de bolso


Ao longo dos quase dois anos de existência deste blogue, já anotei mais de uma centena de tópicos para ideias ou temas de textos. E muitos deles, por esta ou por aquela razão, ainda não passaram da fase da 'dica'... Até quando?

A capa aqui ao lado é de um livro de bolso, com 16x11,5 cm. Trata-se de uma das ferramentas onde escrevo aqueles tópicos. E como as páginas em branco deste livro estão a rarear, ando à procura de outro. Mas, até agora, ainda não encontrei um que me motivasse à compra, seja pelo tamanho, seja pelo aspecto gráfico da capa [e este pormenor tem alguma importância para mim, pois, de preferência, a capa deverá ser preta].

Pode ser que... Enfim, aceito sugestões, ok?


A propósito...



A propósito do post anterior, tenho de admitir que, mais uma vez, mandei um pouco às malvas uma das regras que a mim próprio impus para as publicações neste blogue.

E um das regras consiste em não colocar aqui fotos de pessoas que, de alguma maneira, permitam a sua identificação na vida real. Pode ser parvoíce minha, mas, enfim, trata-se de um critério pessoal.

Como queria juntar um "boneco" ao pequeno texto daquele post, andei em pesquisas na internet por um desenho que representasse uma criança a dormir. Mas não encontrei um que fosse do meu agrado. E, daí, pensei que o mais interessante até seria um "boneco" do protagonista, desde que fosse adequado ao teor do texto e não mordesse os calcanhares ao referido critério [ou, pelo menos, que não mordesse muito].

Foi assim que cheguei a dois instantâneos captados na mesma altura, já lá vão mais de dois anos [não podiam ser recentes, por razões daquela regra]. Um deles é o que saiu no post abaixo e o outro é colocado hoje ali em cima [depois de uma operação de "recorte"]. E se resolvi publicá-los é por estar convicto que, em ambos, o meu "amigo e companheiro" [é assim que o trato muitas vezes] apenas poderá ser reconhecido por quem o conhece no dia-a-dia, ou seja, por familiares e amigos.

E era isto o que queria dizer [a propósito do post anterior, claro!].

sábado, 25 de outubro de 2008

Entrada livre


Até agora a possibilidade de fazer comentários neste blogue apenas era permitida a quem estivesse registado. E, por isso, esta situação era impeditiva de alguns amigos deixarem aqui as suas palavras, devido ao facto de não terem feito o seu registo em qualquer servidor.

Mas, a partir de hoje, as coisas estão mudadas, quem quiser pode deixar o seu comentário.

Agora, a entrada é livre!

sábado, 12 de julho de 2008

Olá!



Olá a todos!

Já lá vão quase dois meses e isto por aqui tem andado pelas ruas da amargura. Ou seja, a produção de escrita do bloguista cá do sítio atingiu o limite crítico do zero, tal qual as águas das albufeiras em tempo de grande seca. E se não tivessem sido os meus amigos da blogosfera a dar alguma animação a este blogue com os seus comentários durante as últimas semanas, creio que este espaço estaria já assaltado pelos 'okupas', como faziam e ainda fazem com as casas abandonadas.

Isto são 'pases podidas' [... que forma estranha de pronunciar os 'efes'!] de preguicite aguda que chegam, instalam-se 'à grande e à francesa' e depois... vão-se embora. E, pelos vistos, o ataque mais recente desta 'doencite' está mesmo no fim. E, valha a verdade, já não era sem tempo!

Tenho andado por aí. A viver a vida da maneira possível em tempos de crise. A entreter-me com os netos. A encontrar-me com amigos. A jogar ténis, quando arranjo parceiros ou nos torneios em que me increvo. A viajar, com suporte no turismo de habitação, à descoberta de sítios do Douro e da Beira, e acerca dos quais falarei aqui nos próximos dias. Tenho, por isso, andado por aí...

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Amizade... com selo!




Fui distinguido pela pin gente com o selo da amizade. Fiquei surpreendido ao sabê-lo. E estou sensibilizado porque se trata de uma boa amiga.

Parece que deveria nomear dez bloguistas. Mas vou 'furar' as regras. E, assim, atribuo o selo da amizade aos bloguistas que por aqui passaram ou venham a passar. A todos!

domingo, 23 de março de 2008

Internet


Estou em Vila Nova de Santo André, perto de Sines. Desde quinta-feira passada. Aqui, em casa, não tenho ligação fixa à internet.

E, se isto se passasse há poucas semanas, não estaria a fazer o que estou a fazer agora. Ou então teria de recorrer ao apoio de algum amigo ou de um estabelecimento próprio.

Agora, já posso andar aos 'saltos' pelo país fora que tenho sempre um Kanguru comigo. Sem saltos de canguru. Mas com ligação móvel à internet em banda larga.

Agora, tenho um modem da Kanguru. Não sei se é melhor ou pior que outros serviços móveis de banda larga. Mas sei que estou satisfeito. Sem publicidade.